Outra furada: A Cesta de Atletas, que não terá continuidade nas próximas temporadas, teve mais uma baixa. O meia Samuel Feres, um dos 15 jogadores escolhidos para entrar no projeto, teve contrato rescindido com o Palmeiras e acertou com o Corinthians. No projeto, Anderson foi inscrito em seu lugar.
Sem papo: Na reapresentação, é comum o elenco palmeirense se reunir com Wanderley Luxemburgo antes de ir aos campos da Academia. Após derrotas, as conversas costumam ser maiores. Nesta segunda-feira, com o treino marcado para as 10h, os jogadores só começaram as atividades uma hora depois. Mas a razão não foi uma bronca do técnico. “Não conversamos nada. A reapresentação mudou de última hora para as 11h mesmo”, comentou Elder Granja.
Susto: Um dos cotados para substituir os suspensos Alex Mineiro e Kléber, Thiago Cunha sentiu tontura durante a corrida em volta do campo nesta segunda-feira. O atacante caiu no gramado e foi amparado pelo massagista para se recuperar e prosseguir com a atividade. O jogador seguiu viagem com o grupo para Atibaia e não deve ser problema para domingo.
Cabeça em dois lugares: Enquanto o discurso de ordem no elenco é de que a derrota para o Sport nada tem a ver com uma excessiva preocupação com o Grêmio, Denílson admite que o grupo pensava no líder. Mas sem esquecer dos pernambucanos. “Não é a palavra certa, mas existe uma rivalidade com o Sport pelas derrotas que sofremos neste ano e o grupo se cobrava para vencê-los. Mas é lógico que pensamos em vencer também pela necessidade de encostar no Grêmio”, admitiu o meia-atacante.
Esquema I: Denílson não concorda quando dizem que o jogo do Palmeiras depende muito de seus laterais. “Contra o Atlético-PR, o gol de cabeça do Diego Souza foi em uma jogada que o marcador Sandro Silva fez pela lateral. Quando os laterais não têm a possibilidade de atacar, sempre o meio-campo joga na frente. Tanto o Jumar como o Sandro Silva têm a possibilidade de fazer isso”.
Esquema II: Com 13 assistências para gol, Leandro se destaca como garçom palmeirense neste Brasileiro. Abaixo do colega, Elder Granja garante que ataca do mesmo jeito, mas depende da tática do adversário. “Se jogamos no 3-5-2, os dois têm mais liberdade. No 4-4-2, quando um sobe o outro fica. Mas quem faz as assistências depende muito do esquema da outra equipe, que pode fechar mais por um lado ou por outro”, explicou o lateral-direito.
Esquema III: O camisa 2 também defendeu a manutenção no Brasileiro de uma tática ofensiva, com dois volantes que jogam avançados. “O Wanderley tem o esquema de jogo dele. No Paulista deu certo e fomos campeões. O Brasileiro é muito mais forte, mas ele põe para jogar o que ele acha que é melhor e quem entrar tem que dar conta. Tem sempre que se doar para vencer”, pregou Granja.











Gualberto


















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