Melhorando: Enquanto titulares e reservas jogavam o coletivo no campo principal do hotel que abriga o Palmeiras em Atibaia, Alex Mineiro, Kléber, Pierre, David e Moacir, todos fora da partida de domingo, fizeram trabalhos de posse de bola e finalizações. Destaque para Pierre e David, ambos voltando de lesão e que se mostraram próximo de adquirir condição de jogo.
Acorda! Nos treinos para vetar os gols de bola aérea, Deyvid Sacconi foi o encarregado de cobrar escanteios. Em duas cobranças, a bola veio à meia-altura. E tirou Luxemburgo do sério. “Ô meu filho, está dormindo?! Põe essa p... na área”, bradou o técnico, prontamente atendido no cruzamento seguinte.
Mira sacana: Antes do coletivo, o preparador físico Antônio Melo se divertia chutando bolas no gol, jurando tentar acertar o travessão. Na verdade, a maioria delas mirava um dos seguranças palmeirenses, que chegou a ter a cabeça carimbada.
Amigos...: Quatro crianças assistiam concentrados o coletivo alviverde. Os garotos vibravam com lances a favor dos titulares e cobravam quando viam superioridade dos reservas. A maior reação ocorreu quando Marcos defendeu pênalti cobrado por Léo Lima. “Boa Marcos!”, gritaram, segundos antes do mesmo Léo Lima fazer o gol no rebote. “Ah...”, lamentaram.
...e rivais: Colado à grade do campo em que o Verdão treinava estavam um rapaz com um shorts do Corinthians e dois gaúchos vestidos com a camisa do Grêmio. Um dos sulistas exibia um autógrafo de Alex Mineiro, mas preocupou-se com uma possível ira dos jogadores. “Eles não acham que eu estou provocando, né?”, questionou a um segurança, que garantiu paz ao tricolor.
Só agora? Nesta terça-feira, chegou às mãos da delegação palmeirense cartas de torcedores de Atibaia destinadas aos jogadores. Uma das fãs, no entanto, parece não acompanhar tanto seu time do coração: mandou recado endereçado a Valdívia, cuja negociação com o Al Ain, dos Emirados Árabes Unidos, foi confirmada há quase um mês. Já Denílson, Léo Lima e Leandro poderão receber tranquilamente o agrado no papel das admiradoras.
Já incorporado: Deslocado para jogar na zaga, Martinez já adota o discurso dos companheiros de que as falhas não podem ser creditadas somente à defesa. “Temos que nos entrosar, mas é o time todo. Não é só a zaga que tem falhado. Contra o Sport, a zaga tomou três gols, mas foi 3 a 0, o ataque também não fez. Não é tênis, que a culpa é só de um. Envolve todo mundo”, cobrou o jogador, desfalque por suspensão na derrota para os pernambucanos.











Gualberto


















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