As pichações feitas nos muros do Palestra Itália, na última quinta-feira, o dia seguinte após a goleada sofrida pelo Palmeiras por 4 a 1 diante do Internacional, no Beira-Rio, em Porto Alegre, pelo Campeonato Brasileiro, não foram feitas pelos torcedores que acompanham a equipe no estádio. Quem garante é o técnico Vanderlei Luxemburgo, que afirmou ter apoio das principais organizadas, e entende que os protestos têm caráter político. Ou foi apenas um ato isolado de alguém querendo aparecer na imprensa.
- Eu não sei se as pichações foram feitas pelos torcedores do Palmeiras. Eu vi as organizadas falando que estão ao nosso lado, apoiando a equipe contra a Portuguesa. E os nomes das torcidas não apareceram em lugar algum. Foi algo muito banal para darmos tanta ênfase a esse assunto. Ninguém sabe a origem dos protestos. Pode ser algo político. Alguém pode ter mandado fazer para prejudicar o clube, ou foi um torcedor baratinado que fez aquilo para aparecer na imprensa - analisa Luxemburgo.
Nas pichações, as frases contra os zagueiros Jeci e Gladstone se destacavam. A campanha fora de casa também foi alvo dos protestos. Mas, além de não se importar com as críticas, o treinador do Palmeiras garante que os jogadores também não se abalaram com esse assunto.
- O meu time não será escalado pelo muro do Palestra Itália. O Jeci e o Gladstone estão preparados para suportar a pressão. E se não estiverem, eles não servem para defender o Palmeiras e devem procurar outro lugar para atuar - avisa o treinador.
Luxemburgo afirma que aposta na seqüência do trabalho para dar a volta por cima no clássico contra a Portuguesa, neste domingo, às 16h, no Pacaembu, pelo Campeonato Brasileiro.
- Aposto no trabalho, nos treinamentos que faço com o elenco, e não ligo para as pichações. Não vou tirar um jogador do time titular porque colocaram o seu nome no muro do Palestra - avisa Luxemburgo.











Gualberto


















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