A diretoria do Palmeiras vê como encaminhado um acordo com o Milan (ITA) para a liberação de Ronaldinho Gaúcho, que tem contrato até o meio do ano. O presidente Luiz Gonzaga Belluzzo e o diretor Wlademir Pescarmona vem conversando com os italianos há cerca de três semanas. Com o vice italiano, Adriano Galliani, no Brasil, as negociações avançaram e o Verdão não vê a situação como obstáculo. O clube espera, agora, por uma resposta de Assis, até quinta-feira. Flamengo e Grêmio seguem na disputa.
O Palmeiras terá de pagar uma quantia ao Milan, mas que os dirigentes consideram estar dentro da realidade. O DIS, braço esportivo do Grupo Sonda, chegou, inclusive, a ser acionado para isso.
- Não é nada absurdo, nada que foge do que podemos. A questão agora é resolver com o jogador. Já conversamos com o Milan há tempos - disse um diretor palmeirense, que participa da negociação.
Assis ficou de viajar a São Paulo até terça, onde terá nova reunião com representantes do Palmeiras. A expectativa da diretoria é de que Assis, empresário de Ronaldinho, decida sobre o futuro do meia até quinta-feira.
O Verdão tem segurança de que sua proposta é melhor e diz ter ouvido isso do próprio Assis, no domingo. Wlademir Pescarmona, diretor de futebol, também esteve com o agente e com Assis na reunião do Rio de Janeiro.
- Acho que o Palmeiras já acertou as bases salariais com o jogador e com o Assis, seu procurador, mas da mesma maneira que o Flamengo e o Grêmio podem ter acertado. O Palmeiras só pode dar o OK final a hora que tiver a parceira definida no negócio. Acho que o Palmeiras fez, sim, a melhor proposta para o jogador - comentou Antônio Carlos Corcione, assessor da presidência.
Roberto Tadeu e a diretoria do Palmeiras dizem que o clube já tem definido os parceiros para bancar os R$ 1,3 milhão a Ronaldinho.











Gualberto


















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